Hoje, a cirurgia robótica deixou de ser sinônimo de exclusividade e passou a ser, cada vez mais, uma questão de informação, indicação correta e planejamento.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu a prostatectomia radical assistida por robô no Rol oficial. A partir de 1º de abril de 2026, os planos de saúde devem cobrir o procedimento quando houver indicação clínica e dentro dos critérios técnicos definidos.
Com essa atualização, entender o papel dos convênios, as possibilidades de realização e o planejamento do tratamento se torna parte essencial de uma decisão consciente e bem orientada. Tecnologia, sozinha, não resolve.
O que realmente amplia o acesso é orientação adequada e conhecimento sobre os caminhos possíveis para cada paciente.



